segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Notícias da Educação Física

Notícias da Educação Física


Arte marcial deixa cérebro mais rápido e mais forte, diz estudo

Posted: 20 Aug 2012 08:09 AM PDT


O poder cerebral, e não a força bruta, pode explicar que os especialistas em caratê consigam quebrar tijolos com um simples golpe com a mão, afirmaram cientistas, segundo os quais anos de treinamento em artes marciais alteram o cérebro.

Cientistas compararam na Grã-Bretanha os golpes curtos de uma dezena de especialistas em caratê com os de 12 principiantes em bom estado físico, e descobriram que o segredo dos donos de faixa preta não está no poder muscular, mas na capacidade de coordenar a velocidade máxima do ombro e do punho.

Isso permite maior aceleração e maior impacto, afirmaram os cientistas no último número da revista Cerebral Cortex.

Em seguida, os cientistas escanearam os cérebros dos dois grupos e descobriram que aqueles que davam golpes mais fortes apresentavam mudanças na estrutura da substância branca, que transmite sinais entre as regiões cerebrais de processamento.

Quanto mais prolongado for o treinamento, maiores são as mudanças.

"Os faixas pretas de caratê conseguiram coordenar rapidamente seus golpes com um nível de coordenação que os principiantes são incapazes de produzir", afirmou em um comunicado um dos autores do estudo, Ed Roberts, do Departamento de Medicina do Imperial College de Londres.

"Nós pensamos que a capacidade pode estar relacionada com a sintonia das conexões neurais no cerebelo (parte do cérebro que controla a coordenação motora), permitindo sincronizar seu braço e os movimentos do tórax em forma muito precisa", afirmou.

Os cientistas acreditam que, através do processo de adquirir uma habilidade, os padrões de conduta da atividade cerebral se adaptam quando melhora o desempenho.

Agora também acreditam ter encontrado mudanças na estrutura cerebral.

"Isto tem implicações em nossa compreensão sobre o papel da conectividade da substância branca na coordenação motora", destacou o estudo.

Fonte: BEM ESTAR - G1


Mulheres que exageram nos anabolizantes têm a voz alterada

Posted: 20 Aug 2012 04:04 AM PDT



Algumas mulheres que fazem o uso regular de anabolizantes podem apresentar alteração na voz. Além disso, podem provocar graves problemas de saúde.

A fonoaudióloga Vanessa Pedrosa explica o que pode gerar alterações na voz da mulher:

— As transformações na voz acontecem principalmente por causa de alterações hormonais. Quando elas utilizam esteroides, há uma modificação na voz para uma região muito mais grave e isso é irreversível.

Os anabólicos esteroides são drogas fabricadas para substituir o hormônio masculino, a testosterona.

Antes, as mulheres usavam dessas drogas apenas para melhorar o desempenho no esporte, mas, agora, o objetivo também é estético.

Os anabolizantes aumentam a massa muscular e secam a gordura. Mas os resultados indesejáveis vêm junto como a masculinização da voz, acne, aumento de pelos (inclusive no rosto), perda de cabelos, disfunção sexual, aumento da pressão arterial e do colesterol, insuficiência cardíaca, agressividade e problemas no fígado.

O médico Samir Salim Daher explica:

— Quando o indivíduo ingere essa substância, ela precisa ser eliminada pelo organismo e quem elimina é o fígado. Com isso, acaba tendo uma sobrecarga hepática levando a casos como cirrose e até câncer de fígado.


Sedentarismo causa uma morte a cada dois minutos

Posted: 20 Aug 2012 02:18 AM PDT


Especialistas em nutrição e profissionais da saúde brasileiros divulgaram nesta quinta-feira (16) que as causas da obesidade são múltiplas, defenderam o uso de fármacos para completar algumas dietas e sublinharam a importância da atividade física para melhorar a qualidade de vida e evitar mortes prematuras.

Durante a primeira jornada de um simpósio sobre equilíbrio energético realizado no Guarujá, em São Paulo, Victor Matsudo, professor da Universidade Gama Filho de São Paulo, avisou que o sedentarismo também mata.

— A inatividade física mata tanto quanto o cigarro, mata mais que a obesidade e mais que o diabetes.

Matsudo alertou que a população brasileira está ganhando peso rapidamente, afirmou que 70% dos cidadãos da cidade de São Paulo são sedentários e que a inatividade causa uma morte cada dois minutos.

Matsudo lembrou que o exercício não deve ser contemplado só como prevenção mas "faz parte do tratamento".

— Minha perspectiva é construir saúde a partir da atividade física.

Além disso, disse que a falta de atividade física causa 9% das mortes prematuras e mostrou estudos que revelaram que os benefícios de combater o sedentarismo são mais elevados que alguns tratamentos e cirurgias.

Já o professor de Medicina Alfredo Halpern, da Universidade de São Paulo, defendeu o uso de remédios para ajudar na perda de peso de pacientes que não alcançam emagrecer com dietas, mas matizou que o mesmo medicamento pode ter diferentes efeitos em pessoas distintas.

— Não é obeso o que quer, é obeso o indivíduo que entre outros fatores tem um distúrbio bioquímico por razões que ainda não se conhecem.

Além disso, detalhou que o estresse, a falta de sono, as bactérias e a carência de algumas vitaminas como fatores que influem no sobrepeso. Outro especialista que discursou no debate foi o professor de Epidemiologia e do Programa de Ciências Nutricionais da Universidade de Washington, Adam Drewnowski, que desmentiu que as bebidas com adoçantes baixas em calorias causem fome ou superestimulem os receptores do sabor.

O especialista disse que esse tipo de bebida é "uma ferramenta útil a mais" no controle do peso, mas esclareceu que não é uma "varinha mágica". Drewnowski destacou que não há estudos a longo prazo e assegurou que é difícil a extrapolação dos dados de uma região geográfica a outras, por isso recomendou estudos próprios sobre a América Latina.

O pesquisador também falou da escolha dos sabores e manifestou que é natural a inclinação das crianças pelo doce e a evolução dessa escolha com a passagem dos anos.

Segundo o professor, o ser humano relaciona o sabor amargo com venenos e substâncias que põem em perigo sua sobrevivência.

O endocrinologista mexicano Fernando Lavalle foi o encarregado de abrir hoje (17) os debates, que reúnem mais de 130 participantes, e têm o objetivo de aprofundar sobre os pilares científicos do balanço energético.

Lavalle, que preside o comitê organizador da Série Científica Latino-Americana, iniciativa que promove o simpósio, alertou sobre os riscos de obesidade e falta de atividade física na América Latina e acrescentou que os sistemas de saúde não estão suficientemente desenvolvidos para enfrentar essa realidade.


Nunca é tarde: começar a treinar após os 40 fortalece o coração

Posted: 20 Aug 2012 02:11 AM PDT


Quem nunca praticou exercícios sente vergonha de calçar o tênis pela primeira vez e, muitas vezes, acaba deixando as atividades físicas de lado. Se você pensava assim, acaba de ganhar mais uma razão para mudar de ideia imediatamente: mesmo uma pessoa que faça o primeiro exercícios após os 40 anos consegue diminuir o risco de doença cardiovascular. A conclusão saiu de uma pesquisa realizada pela University College London, na Inglaterra, e foi publicada na revista científica Circulation.

O estudo contou com a participação de mais de quatro mil pessoas, com idades entre 30 e 60 anos, que responderam a questionários sobre a quantidade de atividade física praticada e fizeram exames para medir os níveis de agentes inflamatórios no sangue. Segundo os pesquisadores, altas taxas desses marcadores inflamatórios são associadas a um aumento nos riscos de doenças cardiovasculares.

Após dez anos de estudo, os autores descobriram que os participantes acostumados à atividade física moderada (duas horas e meia por semana) apresentaram índices menores de marcadores inflamatórios quando comparados com aqueles que praticaram exercícios por menos tempo ou que não fizeram nenhuma atividade. Os benefícios foram notados em todos os grupos, inclusive na turma com mais de 40 ou 50 anos de idade. Os resultados se mantiveram mesmo após levarem em consideração outros fatores, como obesidade e o tabagismo.

De acordo com os pesquisadores, esse é o primeiro estudo a mostrar que a atividade física reduz os problemas cardíacos para quem começa a prática na meia-idade. Eles acrescentam que não é preciso fazer exercícios pesados na academia, uma caminhada vigorosa e até jardinagem já contam na hora de preencher a cota de duas horas e meia de por semana. O estudo deu ênfase a indicadores gerais de problemas cardíacos, e não adoenças do coração específicas. 

Tem mais de 40 anos? Siga essas dicas para começar a fazer exercícios

Nessa fase, são comuns doenças comohipertensão, diabetes, colesterol alto e até mesmo osteoporose. Os exercícios físicos contribuem para melhorar o controle de doenças crônicas e também para aumentar a disposição, que pode faltar de vez em quando. O ideal, antes de começar, é procurar um médico (pode ser clínico geral ou cardiologista) e falar sobre o seu interesse. "O especialista vai avaliar qual é o seu nível de condicionamento físico e o esforço que pode ser feito sem nenhum risco à saúde", afirma o fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp. 

Exames necessários

Muitos testes são realizados e é com o resultado deles que o especialista avalia o seu condicionamento físico. Glicemia, hemograma e níveis de colesterol estão entre os exames mais pedidos pelo médico, que pode solicitar outros dependendo do seu histórico pessoal ou familiar. A última etapa consiste no teste ergoespirométrico, realizado em esteira ou bicicleta ergométrica, no qual a carga do exercício será gradativamente aumentada. O objetivo do exame é observar frequência cardíaca, pressão arterial e consumo de oxigênio durante o esforço.

Atividades recomendadas pelos especialistas

Quem começa a treinar na meia-idade deve experimentar vários tipos de exercício. Isso ajuda não só a encontrar uma modalidade que seja prazerosa como trabalhar vários tipos de habilidade (força, coordenação motora e agilidade física, por exemplo).Pilates, hidroginástica e yoga aparecem como opções de quem sente algum receio diante da educação física. 

Cuidado com as lesões

A saúde mais frágil na meia-idade pode provocar algum medo, principalmente em se tratando de lesões. A cautela é importante, mas lembre: se você fez todos os exames e recebeu aval médico para fazer exercícios, basta seguir as orientações dele para evitar lesões ou outros tipos de acidente. Além disso, preste atenção no seu corpo, cuidando para reconhecer os limites e ir se superando aos poucos. "Prestar atenção na carga do exercício, onde aparece dor após o treino e fazer alongamentos são hábitos que contribuem para evitar lesões", afirma o médico da Unifesp.

Fonte: Minha Vida


Fazer sexo antes de competições não atrapalha desempenho do atleta

Posted: 20 Aug 2012 02:05 AM PDT


Em época de Olimpíadas, período que exige concentração, empenho, esforço físico e mental dos atletas, o sexo é proibido. No entanto, médicos questionam o veto e garantem que fazer o tradicional "papai e mamãe" não atrapalha o desempenho dos esportistas.

Segundo o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb, especialista em Medicina do Esporte e diretor da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), o que realmente pode prejudicar o treino e a desenvoltura do atleta durante as competições são os itens associados ao sexo, como bebidas alcóolicas, drogas e poucas horas de descanso. 

— É um mito dizer que os atletas não podem fazer sexo antes dos campeonatos. Isso não vai atrapalhar seu desempenho, desde que bebidas alcóolicas, drogas e noitadas não façam parte do contexto.

Para o professor de educação física Mauro Guiselini, da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), o que pode reduzir o desempenho do esportista são as poucas horas de sono.

— O sexo em si não prejudica o atleta, ao contrário da falta de descanso do corpo e da mente. As poucas horas de sono, o consumo de drogas e outros medicamentos e os drinques alcóolicos são os vilões e devem ser vetados.


Desistir de exercícios por falta de condicionamento piora saúde

Posted: 20 Aug 2012 01:56 AM PDT


Michael Joyner, da Mayo Clinic (EUA), pesquisador envolvido no estudo.

A inatividade física afeta não apenas a saúde de muitos pacientes obesos, mas também pessoas de peso normal, que trabalham sentadas, pacientes imobilizados por longos períodos após ferimentos ou cirurgias, e mulheres em repouso prolongado durante a gravidez. E parar de praticar exercícios ao primeiro sinal de desconforto pode prejudicar ainda mais o condicionamento. A afirmação é do fisiologista Michael Joyner, da Mayo Clinic (EUA), no artigo publicado este mês do Journal of Physiology.

Quando as pessoas tentam praticar exercícios sem condicionamento, elas podem cansar rapidamente e sentir tonturas ou outro desconforto, então desistem de tentar se exercitar e resolver o problema fica mais difícil.

Segundo Joyner, a ausência prolongada de exercício pode causar a perda do condicionamento, com profundas mudanças estruturais e metabólicas: a frequência cardíaca pode aumentar excessivamente durante a atividade física, ossos e músculos atrofiarem, a resistência física pode diminuir, e volume sanguíneo declinar.

"Eu diria que a inatividade física é a causa raiz de muitos dos problemas comuns que temos", diz Joyner. "Se fôssemos medicá-la, poderíamos desenvolver uma maneira, assim como fizemos para o vício, cigarros e outras coisas, de dar às pessoas tratamentos vitalícios, que se concentrem em modificações comportamentais e atividade física", contou.

Ainda segundo Joyner, se inatividade física for tratada como uma condição médica em si ao invés de simplesmente uma causa ou subproduto de outros males, os médicos podem se conscientizar do valor da prescrição do exercício em carga adequada e de programas de reabilitação que incluem terapia comportamental.

Várias condições médicas crônicas estão associadas à baixa capacidade de se exercitar, incluindo fibromialgia, síndrome da fadiga crônica e síndrome da taquicardia postural ortostática (POTS), uma doença caracterizada por uma frequência cardíaca excessiva e sintomas de gripe quando o paciente fica em pé ou recebe uma determinada carga de exercício. "Muitas vezes, a medicação é prescrita ao invés do exercício progressivo", explica Joyner.

Fonte: Mundo das Tribos


Aparelhos de Musculação - Lançamentos Mundial!

Posted: 19 Aug 2012 11:26 AM PDT

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Algumas fotos de equipamentos para "habitar" academias de ginástica do Brasil todo. Gosto mais da forma eliptica de design e você?



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